TERNURA
Sinto
uma ternura imensa por tudo que existe de belo.
De
puro, de simples, de indefeso, de frágil, de sofrido.
Sinto
uma ternura imensa por você.
Sinto
ternura por um rostinho de criança.
Como
sinto ternura por um animalzinho ferido.
Minha
alma sensível sente pavor da violência.
Revolta
pela injustiça.
Dor
pela tristeza que existe por esse mundo afora.
Sinto
afeto, saudades, tristezas.
Tenho
lembranças tristes, alegres.
Sou
um ser humano que sente como outro qualquer.
Mas
sou extremamente sensível, melancólica.
Não
consigo encarar a vida simplesmente.
Vivo
buscando respostas.
Vivo
sentindo a vida.
Vivo
intensamente cada momento.
Santa
Rita do Passa Quatro, 12 de outubro de 1974
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