ROSA RUBRA ENCANTADA
A flor lhe apareceu numa manhã esplêndida.
Mas aquela rosa rubra sangrava.
A mulher percebeu a dor da rosa, pois que tudo ela
tudo notava.
Conheceu o sofrer da flor e reconheceu o seu no jardim
que morria dentro de si.
Passava por um triste momento.
Tudo era sofrimento.
E a flor ali... embaixo do sol. Da chuva.
Resistindo à tempestade.
A mulher era só dor.
Vivia embaixo da iniquidade.
A rosa apesar de ferida era só beleza e simplicidade.
E a mulher observava que sua rosa rubra a cada dia se
transformava.
Por magia, sabe-se lá porque, uma borboleta ela se
tornava.
E seus canteiros ela visitava.
Isto a fez despertar por inteiro.
Pela beleza da flor dolorida que já então estava
transformada.
Pela sua vida que julgava acabada.
O tempo ia assim passando.
Muito ia se revelando...
Um belo dia a bela mulher descobriu que jardins
renascem... reflorescem.
Despertou do pesadelo que quase a matou.
E a um sonho todo novo ela se agarrou.
Tentou segurar a borboleta.
Mas borboletas são sonhos...
A borboleta que tanto a encantou...
voou.
Só que riquezas infindas ela lhe deixou.
sonia delsin
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