terça-feira, 30 de abril de 2013




QUANDO O DIA MORRIA


Ele trazia um chapéu desfiado.
Um cigarro de palha que preparava com tanto cuidado.
E o violão tão amado.

Trazia seu riso e se sentava sob a árvore preferida.
Crepúsculos inesquecíveis de minha vida.
Quase sempre tínhamos uma brisa pra nos refrescar.
Os sons enchiam o ar e eu me punha a viajar...

Eram cantigas para os corações despedaçar...
E outras vezes eram lindas canções para nossos sonhos embalar.


sonia delsin 

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