segunda-feira, 29 de abril de 2013




NO CORREDOR DA MORTE

Nunca fui de acreditar em azar ou sorte.
Mas naquele dia estava no corredor da morte.
Quem me garantia que viva de lá eu sairia?
Prendi os olhos no nada.
Não chorei.
Nem aos céus eu implorei.
Simplesmente nas mãos do dono do tempo eu me entreguei.
Se fosse a minha hora que me levasse sem demora.
Se não fosse ainda... que fizesse a partir de então a minha vida linda...

sonia delsin 

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